12 novembro, 2012

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Busco palavras, mas não encontro. Procuro formas de te dizer o que sinto, mas, as palavras são vagas, sem quaisquer preenchimento. Já escrevi textos que pudessem descrever e mostrar a você o meu sentimento, e prevejo que as palavras somem, e só me restam reticências, e um único ponto que eu apago, suplicando para que a nossa história sem início, não tenha fim.
Coraçõezinhos vermelhos, "símbolos do infinito", com nada disso eu sonho. Quero que minha história com você seja de carinhos, confissões, abraços, perdões, beijos e amor. Muito amor.
Neste momento, não sei se palavras, gestos, olhares podem decifrar, ou preencher. Uma angústia do que eu quero, mas não tenho me consome e a tristeza assola meu coração. E vou buscando formas para que a coragem se gere, e eu chegue até você. Ou você a mim.
Preposições, conjunções, vírgulas e pontos continuativos, agora, torna essa história cada vez mais enjoativa, repetitiva. Porque até as simples folhas do meu caderno, estão cansadas de saber, o bico da caneta não quer mais escrever o que é óbvio, o que está claramente sendo mostrado diariamente o que eu te digo por telepatia, e forças contrárias impedem que você entenda... Eu te amo assim sem pontos ou vírgulas

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